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Formas de Pagamento:
A, funcionário de um Banco, descobre a existência de uma conta de poupança inativa que, após o depósito inicial de vultosa importância, não mais foi movimentada, com o que, acrescido aquele dos rendimentos, o saldo atual alcançava apreciável soma. Consegue, então, com seu amigo B, escrevente de um Cartório, mediante pagamento, uma procuração forjada em nome do correntista em favor de C, seu primo, o qual saca os valores que se encontravam em depósito. Com relação a B, pode-se afirmar:
somente se lhe pode imputar a prática do crime de falsidade documental, por ele pessoalmente cometido;
ser-lhe-á imputada a prática de crime de uso de documento falso, mas não o de estelionato;
incidirá nas penas dos mesmos crimes imputados a A e C;
(ESAF) "A" permaneceu por 6 meses preso provisoria- mente sob acusação de roubo. Depois de prola- tada a sentença condenatória definitiva, e tendo sido a pena privativa de liberdade fixada, questiona-se sobre o intervalo de tempo em que "A" ficou provisoriamente preso:
deverá ser computado na pena privativa de liberdade, em obediência à regra da remição.
deverá ser computado na pena privativa de liberdade, em obediência à regra da detração.
não poderá ser computado na contagem da pena privativa de liberdade, por ter ocorrido antes da fixação da pena.
(União) Aquele que dá causa à instauração de investigação admi- nistrativa contra alguém, imputando-lhe crime que o sabe inocente, responde pelo crime de
denunciação caluniosa.
auto-acusação falsa.
fraude processual.
Constituem previsão do vigente Código Penal Brasileiro quanto ao crime: I - diz-se crime consumado quando nele se reúnem todos os elementos de sua definição legal; II - o agente que, voluntariamente, desiste de prosseguir na execução ou impede que o resultado se produza, só responde pelos atos já praticados; III - pune-se a tentativa mesmo quando, por ineficácia absoluta do meio ou por absoluta impropriedade do objeto, é impossível consumar-se o crime; IV - o erro sobre elemento constitutivo do tipo legal de crime não exclui o dolo, permitindo a punição por crime doloso. Estão corretas as afirmações cujos números constam da alternativa:
I e II
III e IV
I e III
Ocorrendo a chamada aberratio ictus seu actus, havendo lesão a terceiro e à pessoa visada, estará configurada a seguinte situação jurídica:
erro de tipo
crime único
excesso culposo
Considere:Dar causa à instauração de investigação policial contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.Provocar a ação da autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou contravenção que sabe não ter se verificado.Dar causa à instauração de ação de improbilidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente.Dentre as situações acima descritas, configura o delito de Comunicação Falsa de Crime a conduta indicada SOMENTE em:
II e III.
II.
I e III.
(ESAF) Se ″A″, Delegado de Polícia, acatou ordem de ″B″, seu superior hierárquico, para não instaurar inquérito policial contra determinada pessoa, amiga de ″B″,acusada de falsidade documental,
"A" praticou o crime de prevaricação e "B" é inocente, já que não tinha atribuição para apurar o crime de falsidade.
somente "B" praticou o crime de prevaricação, porque "A" obedeceu à ordem de seu superior hierárquico.
a conduta de ambos não configura ilícito penal.
"A" e "B" praticaram o crime de peculato.
(Carlos Chagas) Nos estabelecimentos prisionais, a classificação dos condenados compete
à Comissão Diretora de Classificação do Presídio (CDCP).
ao Conselho Penitenciário (CP).
ao Conselho de Política e Classificação Penitenciária (CPCP).
(União) Omitir dizeres sobre a nocividade de produtos em publicidade (Lei no 8.078/90, art. 61) configura:
crime culposo
impossibilidade de tentativa
culpa consciente
(ESAF) A Lei n 4.898/65, que trata do abuso de autoridade, considera como sujeito ativo das condutas previstas:
somente a pessoa que exerça emprego e função pública de natureza militar.
toda pessoa que exerce cargo, emprego ou função pública, de natureza civil ou militar, ainda que transitoriamente ou sem remuneração.
o titular do direito ou garantia constitucional violada.
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