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 MINISTÉRIO DA  DEFESA
 01
 COMANDO DA AERONÁUTICA
 TÉCNICO DE DEFESA AÉREA E CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO
 TÉCNICO
 Á R E A : ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
 LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.
 01
 -
  Você  recebeu do  fiscal o  seguinte  material:
 a)  este  caderno,  com o  enunciado  das 50  questões  objetivas,  sem  repetição ou  falha,  com a  seguinte  distribuição:
 LÍNGUA PORTUGUESA I
 LÍNGUA INGLESA I
  INFORMÁTICA
  CONHECIMENTOS  ESPECÍFICOS
  Questão
  Pontos
  Questão
  Pontos
  Questão   Pontos
  Questão
  Pontos
 1a5
  1,0
 11 a 15
  1,0
 21 a 25
  2,0
 26 a 30
  1,0
 6 a 10
  3,0
 16 a 20
  3,0
 31 a 35
  1,5
 36 a 40
  2,0
 41 a 45
  2,5
 46 a 50
  3,0
 b) 1 CARTÃO-RESPOSTA  destinado às respostas às questões  objetivas  formuladas  nas  provas.
 02
 -
  Verifique se  este  material  está em  ordem e se o  seu  nome e  número de  inscrição  conferem  com os  que  aparecem no
 CARTÃO-RESPOSTA.  Caso  contrário,  notifique  IMEDIATAMENTE o  fiscal.
 03
 -
 Após a conferência, o candidato  deverá assinar no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, preferivelmente a caneta
  esferográfica de  tinta na  cor  preta.
 04
 -
 No CARTÃO-RESPOSTA, a  marcação  das  letras  correspondentes às  respostas  certas  deve  ser  feita  cobrindo a  letra e
  preenchendo  todo o  espaço  compreendido pelos círculos, a  caneta  esferográfica de  tinta na  cor  preta, de forma
 contínua e  densa. A  LEITORA  ÓTICA é sensível a marcas escuras; portanto,  preencha os campos de marcação
 completamente,  sem  deixar claros.
 Exemplo:
 E
 A
 C
 D
 05
 -
 Tenha  muito  cuidado  com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o  DOBRAR,  AMASSAR ou  MANCHAR.
 O CARTÃO-RESPOSTA  SOMENTE  poderá  ser  substituído  caso  esteja  danificado em  suas  margens  superior ou  inferior -
  BARRA DE  RECONHECIMENTO PARA  LEITURA  ÓTICA.
 06
 -
  Para  cada  uma  das  questões  objetivas,  são  apresentadas 5  alternativas  classificadas  com as  letras  (A),  (B),  (C),  (D) e  (E);
 só uma  responde adequadamente ao quesito proposto. Você só  deve assinalar  UMA  RESPOSTA: a marcação em
  mais de  uma  alternativa  anula a  questão,  MESMO  QUE  UMA  DAS RESPOSTAS  ESTEJA CORRETA.
 07
 -
 As  questões  objetivas  são  identificadas  pelo  número  que se  situa  acima de  seu  enunciado.
 08
 -
  SERÁ  ELIMINADO do  Processo  Seletivo  Público o  candidato  que:
 a) se  utilizar,  durante a  realização  das  provas, de  máquinas  e/ou  relógios de  calcular,  bem  como de  rádios  gravadores,
  headphones,  telefones  celulares ou  fontes de  consulta de  qualquer  espécie;
 b) se  ausentar da  sala em  que se  realizam as  provas  levando  consigo o  Caderno de  Questões  e/ou o CARTÃO-RESPOSTA.
 09
 -
  Reserve os 30  (trinta)  minutos  finais  para  marcar  seu CARTÃO-RESPOSTA. Os  rascunhos e as  marcações  assinaladas
 no  Caderno de  Questões  NÃO  SERÃO LEVADOS EM CONTA.
  Quando  terminar,  entregue ao  fiscal O CADERNO DE QUESTÕES E O CARTÃO-RESPOSTA e  ASSINE A  LISTA DE
 10
 -
  PRESENÇA.
  Obs. O  candidato só  poderá se  ausentar do  recinto  das  provas  após 1  (uma)  hora  contada a  partir do  efetivo  início  das
  mesmas.  Por  motivos de  segurança, o  candidato  não  poderá  levar o  Caderno de  Questões.
 11
 -
 O  TEMPO  DISPONÍVEL  PARA  ESTAS  PROVAS DE  QUESTÕES  OBJETIVAS É DE 3  (TRÊS)  HORAS.
 12
 -
 As  questões e os  gabaritos das  Provas  Objetivas  serão  divulgados, no  primeiro  dia  útil  após a  realização das
  provas, na  página da  FUNDAÇÃO  CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br).
  MINISTÉRIO DA  DEFESA
  COMANDO DA AERONÁUTICA
  LÍNGUA  PORTUGUESA I
 1
 No  primeiro  período do  texto, o  que  está  sendo  focalizado
  Texto I
 especificamente é(são):
 (A) a  dificuldade de escolha  quanto a  que rumo tomar.
 E  SE... não  tivéssemos  medo?
  (B) o  sentimento  que  norteia as ações  humanas.
  (C) o sofrimento  advindo de uma  derrota.
  Quem diria:  aquele frio na espinha na hora de pular
  (D) as necessidades de lançar-se à  vida.
 do  trampolim é  essencial  para a  nossa  vida. O  medo
  (E) os momentos decisivos na  vida de  cada um.
  acaba  com a  gente  quando estamos  vendo um  filme de
  terror ou  tentando  pular na  piscina,  mas,  sem  ele,  não
 2
 seríamos  nada, coisa  nenhuma. Na  ausência do  medo,
 5
 O  texto  NÃO  apresenta a  idéia de  que o  medo:
  não  teríamos  nenhuma  reação em situações de  perigo,
 (A) é necessário às tomadas de  decisão.
  como a aproximação de mastodonte na  idade do  gelo ou
  (B) é o  limite  entre o  impulso e a  inércia.
  quando o carro  vai  dar de cara no  poste.  Essa  proteção
  (C) é o sensor  humano  que  possibilita o  equilíbrio social.
 acontece  involuntariamente: a  sensação de temor chega
  (D) é  inerente ao  ser  humano,  enquanto  primordial.
  antes às  partes do  cérebro  que  regem nossas ações
 10
  (E)  pode  ser  evitado,  enquanto imaginário.
  involuntárias  que ao córtex, a  casca cerebral  onde está o
 raciocínio.
 3
  Além  desse  medo  primordial,  existe o  medo
  criado  pela  mente.  Afinal,  não corremos risco  iminente
 O  caos  dominaria o  mundo se o  medo  não existisse.
 de  não  perpetuar a  espécie  quando  gaguejamos  diante
 A  passagem do  texto  que  NÃO  justifica,  semanticamente,
 15
 de uma  possível  paquera, ao tentar  pedir aumento  para o
 a  afirmação acima é:
 chefe ou  quando construímos muralhas e bombas atômi-
 (A) "O  medo  acaba  com a  gente..."  (l.  2-3)
  cas.  Pelo  contrário. "O  medo de ser  ridicularizado ou
  (B)  "não  teríamos  nenhuma reação..."  (l. 6)
 menos  amado  pelo  outro é a  fonte de neuroses e  fobias
  (C) "...sem  motivação de competir,"  (l.  30-31)
 sociais,  mas  está  presente em  todas as pessoas", diz a
 20
  (D)  "não  teríamos  nada disso."  (l.  47)
  psicóloga  Maria Tereza  Giordan  Góes,  autora do  livro
  (E)  "Sairíamos  direto na faca."  (l.  47)
 Vivendo  Sem medo de  Ter Medo. E o  que aconteceria se
  seguíssemos  com o medo  involuntário  mas  deixássemos
 4
 de  ter o medo  imaginário? Pois é, também  não seríamos
 "O  medo  acaba  com a  gente  quando estamos  vendo um
  muita coisa.
 25
  filme de terror..."  (l.  2-4)
 O  medo é um conceito  fundamental  para  Freud, o
  pai da psicanálise.  Segundo  ele, é o medo da castração,
  Assinale a  opção em  que,  reescrevendo a  passagem
 de  ser  ridicularizado ou  menos  amado,  que  faz os
  homens lutarem  por  objetivos e se  submeterem a provas
  acima, o  sentido se mantém.
  sexuais e sociais. Sem  medo,  poderíamos  ficar  sem
 (A) À  medida  que  estamos assistindo a um filme de terror, o
 30
  motivação de competir,  inovar,  ser  melhor  que o  vizinho.
 medo predomina.
 Pior:  viveríamos num  caos  danado, já  que o medo de  ser
  (B)  Quanto  mais vemos um  filme de terror,  mais o  medo
  culpado e  castigado é raiz  para  instituições e  religiões.
  acaba  com a  gente.
  "Nunca uma  civilização  concedeu  tanto  peso à  culpa e
  (C)  Somos  dominados  pelo  medo sempre  que  assistimos a
 ao arrependimento  quanto o  cristianismo", afirma o histo-
 35
 um  filme de terror.
  riador francês  Jean  Delumeau,  autor do  livro  História do
  (D) O medo impera já  que  estamos  vendo um filme de  terror.
 Medo no Ocidente.
  (E) Como estamos assistindo a um  filme de terror, o  medo
 "O medo se reproduz na  forma da autoridade física
  nos  invade.
 e  espiritual",  afirma a  psicanalista  Cleide  Monteiro.  "Ele
  está na  base de  instituições  que  podem ser opressoras,
 40
 5
  mas fazem a  sociedade  andar  para a  frente  longe de
 A expressão  "Além  de"  (l.  13), introduz, em relação às  idéias
  barbáries."  Para a  psicanálise,  funciona  assim:  quando
 do  parágrafo anterior, uma  idéia  de:
 eu  reconheço em  mim a  possibilidade de  fazer  mal a
 (A)  acréscimo.
  alguém, a  enxergo  também em  você,  então  passo a  temê-lo.
  (B) conseqüência.
  Para  podermos  conviver  numa  boa,  criamos  coisas
 45
  (C) concessão.
  superiores  para  temer,  como a  polícia e a  religião.  Sem o
  (D) causalidade.
 medo,  não teríamos  nada  disso. Sairíamos direto na  faca.
  (E) proporcionalidade.
  NARLOCK, Leandro.  Revista Superinteressante. (adaptado).
 2
 TÉCNICO DE DEFESA  AÉREA E
  ÁREA: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
  CONTROLE DE  TRÁFEGO  AÉREO
  MINISTÉRIO DA  DEFESA
  COMANDO DA AERONÁUTICA
  Texto II
 7
 As  expressões  que apresentam equivalência de sentido  são:
 A  nuvem  como  guia
 (A)  "...via estrelas, cometas,  asteróides:"  (l.  2-3) e  "via  até
 seu sorriso,"  (l.  4-5)
  (B)  "...ponta das  barbas brancas..."  (l.  3-4) e  "encimando o
  Quando eu  era  criança,  morava na  Penha. Em
  bigode branco."  (l. 5)
  minha  casa,  havia  quintal.  Deitado na  grama, eu  via
  (C)  "...soterrada no  céu sombrio..."  (l. 8) e "...como torres-
  estrelas,  cometas,  asteróides:  via  até a  ponta  das
  mos,"  (l.  10)
  barbas brancas de Deus. Em  dia de  lua  cheia,  via  até
  (D)  "sem remissão,"  (l.  10) e  "...obra  sufocante."  (l.  11)
  seu  sorriso,  encimando o  bigode  branco. As  estrelas
 5
  (E)  "guias seguras,  honestas"  (l.  27) e  "...hábitos  inabalá-
  eram  tantas  que  pareciam  confetes e lantejoulas, em noite
 veis, confiáveis,"  (l.  32)
 de terça-feira  gorda. Brilhavam  forte,  com  brilho  que  hoje
 já  não se  vê: a  luz  foi  soterrada no  céu  sombrio  pela
 8
 poluição galopante,  estufa  onde  nos  esturricaremos  todos
 Assinale a opção  IMPROCEDENTE  quanto à justificativa de
  como torresmos,  sem remissão, se os  países  poluentes
 emprego  da(s) vírgula(s).
 10
 continuarem sua  obra sufocante.
 (A)  "Quando eu era  criança,  morava na  Penha."  (l. 1) ­  separa
 oração subordinada  adverbial deslocada.
 Na  Praia  das  Morenas, no  fim da  minha  rua,
  (B)  "eu  via estrelas, cometas,  asteróides:"  (l.  2-3) ­  separa
  tropeçando em  siris e  caranguejos ­  naquele  tempo
  termos coordenados.
  havia  até  água-viva na  Baía de  Guanabara;  hoje, nem
  (C)  "Em  dia de  lua cheia,  via..."  (l. 4) ­ separa  adjunto  adver-
  morta! ­ eu  via  barcos de  pescadores e  peixes
 15
  bial deslocado.
  contorcionistas, mordendo as redes,  como borboletas em
  (D) "Criança, eu  pensava:"  (l.  19) ­ separa  vocativo.
  teias de  aranha ­  que  ainda  existiam  naqueles tempos,
  (E)  "honestas,  que  indicavam o  caminho de  suas  choupa-
 aranhas e borboletas.
  nas,"  (l.  27-28) ­  separa a  oração  adjetiva de  valor
  Criança, eu  pensava:  como  seria  possível  aos
 explicativo.
  pescadores  velejar  tão  longe da  areia,  perder-se da
 20
  nossa  vista,  perder-se no mar  onde só  havia  vento em
 9
 ritmos  tonitruantes,  onde as  ondas eram  todas  iguais,
 Assinale a  opção  correta quanto ao  comentário  gramatical.
 (A) O  substantivo  "água-viva"  flexiona-se, em  número,  pela
  sem traços  distintivos,  feitas da  mesma  água e  mesma
  mesma regra de guarda-roupa.
  espuma e,  encharcados de  tempestades,  encontrar o
  (B) Os  vocábulos  "países" e  "Baía" são  acentuados  pela
 caminho de  volta?
 25
  mesma  regra.
  Meu  pai  explicava: os  pescadores  olhavam as
  (C) Os  vocábulos "caminho" e "sorriso"  não  apresentam o
  estrelas,  guias  seguras,  honestas,  que  indicavam o
  mesmo número de fonemas.
  caminho de suas  choupanas, na  praia. Eu  olhava o  céu
  (D) Em  esclarecia e continuarem, os  morfemas  destacados
 e  via  que as  estrelas se  moviam, e me  afligia:  talvez
  são,  respectivamente,  radical e  desinência  modo-
  enganassem os  pescadores.  Meu  pai  esclarecia: os
 30
  temporal.
 pescadores  haviam  aprendido os movimentos estelares,
  (E) Na passagem  "As estrelas eram  tantas  que pareciam
 e as  estrelas tinham hábitos inabaláveis, confiáveis,  eram
 confetes e  lantejoulas,"  (l.  5-6), o  vocábulo  destacado é
 sérias,  seguiam sempre os  mesmos caminhos seguros.
 conjunção subordinativa integrante.
 10
  BOAL, Augusto.  (adaptado).
  Assinale o  item  correto,  quanto aos comentários sintáticos.
 6
 (A) Em  "via  até a  ponta  das  barbas  brancas de  Deus."
  (l.  3-4), o  emprego da  preposição  destacada  constitui
  Assinale a  opção  cujo  comentário  sobre a  idéia  contida no
  caso de  regência.
 terceiro parágrafo é  IMPROCEDENTE.
  (B)  Nas passagens "...que pareciam confetes e lantejoulas,"
 (A)  "perder-se"  (l.  20), em  relação a  "vista"  (l.  21) e a "mar"
  (l. 6) e "se os  países  poluentes  continuarem sua  obra
  (l.  21),  equivale,  semanticamente, a  desaparecer e
  sufocante."  (l. 10-11), os  verbos  apresentam a  mesma
  embrenhar-se, respectivamente.
 predicação.
  (B) "ritmos  tonitruantes"  (l.  22) em  relação a  "vento"  (l.  21),
  (C) Em  "...onde nos esturricaremos todos..."  (l.  9), a coloca-
 ção do  pronome  oblíquo justifica-se  pela  exigência do
 equivale,  semanticamente, a  fortes em  movimento e  som.
 pronome relativo.
  (C)  "mesma  água e  mesma espuma"  (l.  23-24), em  relação
  (D) Em "que  ainda  existiam naqueles  tempos," (l. 17), substi-
 a  "ondas"  (l.  22), equivale,  semanticamente, a  despoluídas.
  tuindo-se o  verbo  existir  pela  locução  verbal  dever
  (D) "encharcados de tempestades"  (l.  24) refere-se,  seman-
  haver,  tem-se deviam  haver.
  ticamente, ao  mar,  assolado  pelo mau  tempo.
  (E)  Nas passagens "...só  havia  vento..."  (l.  21) e "os pesca-
 (E)  "encontrar"  (l.  24) faz  referência semântica a "pescado-
 dores  haviam  aprendido..."  (l.  30-31), os termos  desta-
 cados exercem a  mesma  função  sintática.
 res"  (l.  26) no  retorno à casa.
 3
  ÁREA: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
 TÉCNICO DE DEFESA  AÉREA E
  CONTROLE DE  TRÁFEGO  AÉREO
  MINISTÉRIO DA  DEFESA
  COMANDO DA AERONÁUTICA
  LÍNGUA  INGLESA I
  One  key  strategy in  Ishiguro's  approach is to  model
  his artificial creations on  real  people. He  began  research
  Repliee is more  than a  humanoid  robot - it is an
  four  years  ago  with  his  then  four-year-old  daughter,
 honest-to-goodness  android, so  lifelike  that it  seems  like
 casting a  rudimentary  android from  her  body,  but its
 50
 a  real  person. It has moist  lips,  glossy  hair  and  vivid
  mechanisms  resulted in  strange,  unnatural  motion.
  eyes  that  blink slowly.  Seated on a  stool  with  hands
  Humanlike  robots  run  the  risk of  compromising
  folded  primly on its  lap at  the  2005 World  Exposition in
  people's  comfort  zones.  Because  the  android's
 5
 Japan's  Aichi prefecture, it wore a  bright  pink blazer  and
 appearance is  very  similar to  that of a human,  any subtle
 gray  slacks. For a  mesmerizing  few  seconds  from  several
  differences in  motion  and responses  will  make it  seem
 55
  meters  away, Repliee  was virtually indistinguishable  from
  strange.  Repliee,  though, is so  lifelike  that it  has
 an  ordinary woman in  her  30s. In fact, it  was a  copy of
  overcome  the creepiness factor,  partly  because of  the
 one.
  natural  way it moves.
 10
  Japan is  proud of  the  most  advanced  humanoids in
  Ishiguro wants his  next  android, a  male, to be as
  the  world, which  are  expected to  eventually be  used as
 authentic as possible.  The model? Himself.  The  scientist
 60
 the  workforce  diminishes  among the  decreasing and aging
 thinks  having a robot  clone  could  ease  his busy  schedule:
 population. But why  build a robot with pigmented silicone
 he  could  dispatch it to  classes  and  meetings  and  then
  skin, smooth gestures  and  even  makeup? To  Repliee's
 15
  teleconference through it.  "My question  has  always been,
 creator,  Hiroshi  Ishiguro, Director of Osaka  University's
 Why  are we  living,  and  what is  human?" he says. An
  Intelligent Robotics  Laboratory,  the answer is simple:
  Ishiguro  made of circuitry  and  silicone  might  soon be
 65
  "Android  science."
  answering his  own questions.
  Besides  the  justification  for  making  robots
  adapted  from  www.scientificamerican.com -  May  2006
 anthropomorphic  and  bipedal so  they  can work in human
 20
  environments  with architectural  features  such as stairs,
 11
  Ishiguro  believes  that  people  respond  better to  very
  The  text states  that in a  near  future  Japanese  robots  will  be:
 humanlike automatons. Androids  can  thus elicit  the  most
 (A)  developed by  the  Japanese architects.
  natural communication.  "Appearance is  very  important
  (B) in close  cooperation  with  regular workforce.
 to  have  better  interpersonal  relationships  with a  robot,"
 25
  (C)  built to  help  the  aging  population  exclusively.
 says  the  42-year-old  Ishiguro. "Robots  are  information
  (D)  only  perfect copies of  young  attractive women.
  media,  especially  humanoid  robots.  Their  main  role in
  (E)  helpful  for  the communication of  blind  people.
  our  future is to  interact  naturally  with  people."
  Mild  colorblindness  forced  Ishiguro to  abandon his
 12
  aspirations of a  career as an  oil  painter.  Drawn to
 30
  The  text informs  that  Repliee is:
 computer  and  robot  vision instead, he  built a  guide  robot
 (A) an  android  cast from a  four-year-old  girl.
  for  the  blind as an  undergraduate at  the  University of
  (B) a  humanoid  robot  built to  display  silicone  makeup.
 Yamanashi. A  fan of  the  android character Data  from  the
  (C) a  robot  modelled on an  elegant  and  young  real woman.
 Star  Trek  franchise, he  sees robots as  the  ideal  vehicle
  (D) a  male  robot  that  compromises  people's comfort zones.
 to  understand more  about ourselves.
 35
  (E) a  robot  clone  designed to go to  university conferences.
 To  imitate  human  looks  and  behavior successfully,
 Ishiguro  combines  robotics  with cognitive  science. In turn,
 13
  cognitive science research can use  the  robot to  study
  According to  the  text,  Hiroshi  Ishiguro  believes  that:
  human  perception, communication  and  other  faculties.
 (A)  androids  improve  the  quality of  human  perception.
  This  novel cross-fertilization is  what  Ishiguro describes
 40
  (B)  robotic science  interferes  with  architectural  features.
 as  android  science. In a  2005  paper, he  and  his
  (C)  people  communicate comfortably with  all  sorts of robots.
  collaborators  explained it  thus:  "To  make  the  android
  (D)  colorblind  people  need  robots to  interact  with  other
  humanlike, we  must  investigate  human  activity from  the
 people.
  standpoint of  cognitive science,  behavioral  science  and
  (E)  humanoids  will be  able to  interact  naturally  with humans
 neuroscience,  and to  evaluate  human activity, we  need
 45
 in  the  future.
 to  implement processes  that  support it in  the  android."
 4
 TÉCNICO DE DEFESA  AÉREA E
  ÁREA: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS
  CONTROLE DE  TRÁFEGO  AÉREO
  MINISTÉRIO DA  DEFESA
  COMANDO DA AERONÁUTICA
 19
 14
  Check  the  item in which  there is a correct  correspondence
  According to  Hiroshi  Ishiguro,  the  combination of robotics
  between  the  idea  expressed by  the  word in  bold  type  and
  and  cognitive science:
  the  idea in italics.
 (A) can be  defined as  android science.
  (A) "But  why  build a  robot  with  pigmented  silicone  skin, ...
  makeup ?" (lines  14-15)
  (B) can  help humans imitate  android  behavior.
 ( But   addition).
  (C)  may  implement  new  human  fertilization  techniques.
  (B) " B e s i d e s t h e j u s t i f i c a t i o n f o r m a k i n g r o b o t s
  (D)  will be disastrous to  human  relationships in  the  future.
 anthropomorphic  and  bipedal...". (lines  19-20)
  (E)  will be  used to  evaluate  the  collaboration  between
 ( Besides  contrast)
  (C) "Androids  can  thus  elicit the  most natural  communication."
 sciences.
 (lines 23-24)
 (thus  condition)
 15
  (D) " Because  the android's appearance is  very  similar to  that
  Ishiguro  abandoned an artistic career  due to his:
 of a  human  ..."  (lines  53-54)
 (A)  interest in computer sciences.
 ( Because  reason).
 (E)  "Repliee,  though, is so  lifelike  that it has  overcome  the
  (B)  deficiency of color  perception.
 creepiness factor,  ..."  (lines  56-57)
  (C)  talent to  invent  humanoid robots.
 ( though  result)
  (D)  involvement  with  the  Star Trek franchise.
 20
  (E)  concerns  about his  four-year-old daughter.
 In  "An  Ishiguro  made of circuitry  and  silicone  might  soon be
  answering his  own  questions."  (lines  64-66),  "might" can be
 16
 correctly  substituted  by:
  Check  the  only correct statement  concerning  reference.
 (A) must.
 (A)  "It"  (line 3) ­ "person".
  (B)  shall.
  (C) could.
  (B)  "one"  (line  10) ­ "robot".
  (D)  had  to.
  (C)  "he"  (line  34) ­ "character".
  (E)  ought  to.
  (D)  "it  (line  46) ­  "activity".
  INFORMÁTICA
  (E)  "it"  (line  62) ­ "schedule".
 21
 17
 O  tipo de  memória de  acesso  aleatório  que  armazena
  Check  the  only correct  statement.
  programas em  execução e  que  sofre  operações de  escrita
 (A) "decreasing"  (line  13) is  the  opposite of  diminishing.
 e  leitura é o:
 (A) EEPROM.
  (B)  "ideal"  (line  34)  could be  substituted by  appropriate.
  (B) EPROM.
  (C)  "collaborators"  (line  42)  and assistants  are  antonyms.
  (C)  RAM.
  (D)  "rudimentary"  (line  50) means sophisticated.
  (D) ROM.