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LÍNGUA PORTUGUESA
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02- Analise os seguintes itens a respeito das estrutu-
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ras lingüísticas do texto.
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Leia o texto para responder às questões 1 e 2.
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I.
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"E isso em pleno século XX!"
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A expressão "Ou melhor"(l.2) corrige o tempo
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do verbo ser, empregado no presente na pri-
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Não é assim que se costuma dizer? Ou melhor,
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meira oração.
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não era assim, no século passado? Diante de
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uma manifestação de suprema ignorância, ou
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II. As duas ocorrências da
preposição "de", nas li-
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5 ignomínia, de miséria, atraso
ou injustiça, arre-
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nhas 4 e 5, indicam a seguinte estrutura sintática:
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matava-se: "E isso em pleno século XX!". No
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manifestação de
suprema ignorância,
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século XIX, o século da luz elétrica, do telégra-
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ou ignom ínia
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fo e dos trens, igualmente deslumbrado consigo
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de miséria, atraso ou in-
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mesmo, já se dizia: "E isso em pleno século
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justiça.
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10 XIX!". Agora se dirá:
"E isso em pleno século
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III. O pronome
"se" tem a mesma função
condi-
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XXI!". O leitor escolha o que é maior, se a pre-
|
cional nas três ocorrências das linhas 11, 13 e
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tensão ou a ingenuidade, em tais manifesta-
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14.
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ções. Quanto à pretensão, é como se os sécu-
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los se olhassem com desprezo uns aos outros.
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15 "Isso vá lá que
acontecesse naqueles pobres
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Assinale a opção correta.
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séculos anteriores, não no nosso." Quanto à
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ingenuidade, há uma confiança cega em que os
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a) Apenas os itens I e II estão
corretos.
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séculos sempre se sucedem para melhor. O
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b) Apenas o item I está
correto.
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presente é sempre melhor, ou menos ruim, do
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c) Apenas o item II está
correto.
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20 que o passado. E o futuro
será melhor que o
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presente.
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d) Apenas os itens II e III
estão corretos.
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Vai ver, tem que ser assim. A utopia da melhora
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e) Todos os itens estão
corretos.
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contínua é condição para a sobrevivência.
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(VEJA, 17/01/2001, com adaptações)
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01- Assinale a opção
incorreta a respeito das
idéias
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do texto.
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a) Todas as exclamações entre
aspas no texto
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pretendem simular a fala de alguém que se
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mostra indignado com uma manifestação que
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considera inaceitável para a época.
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b) A argumentação do texto
estabelece a se-
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guinte relação:
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pretensão: desprezo aos séculos anteriores
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ingenuidade: otimismo quanto ao presente e
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futuro.
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c) O autor sugere que um certo deslumbramen-
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to consigo mesmo, que havia nos séculos an-
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teriores, continuará a ocorrer no século XXI.
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d) Infere-se do texto que o século
XX foi tão
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pródigo de invenções que pode ser conside-
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rado um deslumbramento inigualável e insu-
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perável.
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e) Depreende-se do texto que a
"utopia da me-
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lhora contínua"(l.22 e 23)
está intimamente
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relacionada com ingenuidade.
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------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Leia o texto para responder às questões 03, 04 e 05.
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04- Assinale a opção correta a respeito do emprego
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das palavras e expressões do texto.
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Rápida Utopia
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O século do triunfo tecnológico foi também o da
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a) A palavra
"reparado" (l.3) está empregada no
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descoberta da fragilidade. Um moinho de vento
|
texto com a mesma acepção em que é usada
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pode ser reparado, mas o computador não tem
|
no seguinte exemplo: O homem do século XX
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defesa diante da má intenção de um garoto
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não havia reparado nos perigos
de um forte
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5 precoce. O século está
estressado porque não
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superego.
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sabe de quem se deve defender nem como:
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b) O substantivo
"indigência" (l.10) tem com o
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somos demasiado poderosos para poder evitar
|
adjetivo indigente a mesma
relação de sen-
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nossos inimigos. Encontramos o meio de elimi-
|
tido e de formação vocabular que o substan-
|
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nar a sujeira, mas não o de eliminar os resí-
|
tivo indulgência tem com indulto.
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10 duos. Porque a sujeira
nascia da indigência,
|
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que podia ser reduzida, ao passo que os resí-
|
c) O conectivo "ao passo
que" (l.11) desempe-
|
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duos (inclusive os radioativos) nascem do bem-
|
nha no período sintático a mesma função sin-
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estar que ninguém quer mais
perder. Eis por
|
tática e semântica de visto que.
|
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que nosso século foi o da angústia e da utopia
|
d) O adjetivo
"expiatórias" (l.18)
especifica o
|
|
15 de curá-la. Com um superego
mais forte, a
|
substantivo "purificações" (l.17 e 18) para
|
|
humanidade se embaraça num mal que
|
ressaltar que tais purificações têm o objetivo
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|
conhece perfeitamente, confessa-o em público,
|
de expiação: de redimir culpas ou pecados.
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|
tenta purificações expiatórias, às quais se
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juntam as Igrejas e os
governos, e repete o mal
|
e) Mantém-se o sentido e a
correção gramatical
|
|
20 porque ação a distância e
linha de montagem
|
ao substituir a expressão "às quais" (l.18) pe-
|
|
impedem de identificá-lo no início do
processo.
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lo pronome relativo que.
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Espaço, tempo, informação, crime, castigo,
|
|
|
arrependimento, absolvição, indignação,
|
05- Analise a correspondência entre as estruturas lin-
|
|
esquecimento, descoberta, crítica, nascimento,
|
güísticas do texto.
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25 longa vida, morte... tudo em
altíssima
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velocidade. A um ritmo de estresse. Nosso
|
I- "que" (l.10)
refere-se a "sujeira" (l.9)
|
|
século é o do enfarte.
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|
(Umberto Eco tradução de Paulo Neves, com adaptações)
|
II- "-la", em "curá-la"(l.15) refere-se
a "angús-
|
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tia" (l.14)
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03- Marque a opção que não está
de acordo com a
|
III- "-o" em
"confessa-o"(l.17) refere-se
a "super-
|
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organização das idéias no texto.
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ego"( l.15)
|
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IV- "-lo" em
"identificá-lo"(l.21) refere-se a "pro-
|
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a) A primeira oração do texto
resume e antecipa
|
cesso"(l.21)
|
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a argumentação que lhe segue.
|
V- "tudo"(l.25)
refere-se às informações enum e-
|
|
b) No texto, a idéia de
"sujeira" (l.9) está
para a
|
radas nas linhas 21 a 25.
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|
de "resíduos" (l.9 e 10) assim como "indigên-
|
|
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cia" (l.10) está para
"bem-estar" (l.12).
|
Marque a opção correta.
|
|
c) O sentimento de poder frente
aos inimigos
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torna o homem triunfante e capaz de lidar
|
a) Estão corretos todos os
itens.
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|
com a fragilidade.
|
b) Estão corretos apenas os
itens I, II e IV.
|
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d) O texto sugere que a
angústia criada pelo
|
c) Estão corretos apenas os
itens II e V.
|
|
avanço tecnológico não é facilmente curada.
|
d) Estão corretos apenas os
itens III, IV e V.
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|
e) A argumentação do texto
mostra por que
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|
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nosso século é o do enfarte: a humanidade
|
e) Nenhum dos itens está
correto.
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ainda não sabe conviver com o ritmo de vida
|
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|
impresso pela tecnologia.
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------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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Leia o texto para responder às questões 06 e 07.
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07- Respeitam -se as regras de pontuação e de sinta-
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xe da norma culta ao fazer a seguinte alteração
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Os altos custos são os culpados
oficiais da
|
no texto:
|
|
separação entre ricos e pobres no acesso à
|
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informática. Daí a presença dos dinheiros do
|
a) inserção de vírgula após
"oficiais"( l.1).
|
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governo nos esforços de romper essa barrei-
|
|
|
5 ra ao acesso.
|
b) substituição dos dois pontos
(l.7) por que.
|
|
No entanto, temos de entender com toda cla-
|
c) supressão da vírgula
opcional após "resolvê -
|
|
reza: o acesso às máquinas é apenas uma
|
lo" (l.8).
|
|
parte do problema. É preciso
resolvê -lo, por
|
d) inserção de vírgula após "persistência"
|
|
certo. Mas o real problema é dar asas ao po-
|
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|
10 tencial educativo do
computador. Estamos
|
(l.14), por se tratar de uma enumeração.
|
|
aprendendo que isso não se dá de forma es-
|
e) inserção de vírgula antes do
primeiro traves-
|
|
pontânea, pela mesma razão que a educação
|
são (l.17), devido à colocação da vírgula an-
|
|
não é um processo espontâneo. É preciso
|
tes de "o uso"(l.17).
|
|
inteligência, persistência e clareza de objeti-
|
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15 vos. Pelas mesmas razões que
o Estado não
|
08- Marque a opção que preenche corretamente as
|
|
pode eximir-se de fazer as coisas acontecer
|
lacunas do texto abaixo.
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|
em educação e de pagar o
preço , o uso
|
|
|
inteligente e enriquecedor da informática não
|
Um portal na Internet ______ o cidadão poderá
|
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se dará somente pela mão invisível do mer-
|
consultar as suas pendências
burocráticas e fi-
|
|
20 cado.
|
nanceiras com o governo e ________ ter todo o
|
|
(Cláudio de Moura Castro, VEJA, 14/03/2001, com
|
tipo de informação pessoal, como extrato do seu
|
|
adaptações)
|
FGTS, entre outros. _______ é
um cenário já e-
|
|
|
xistente em algumas cidades do mundo e que po-
|
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06- Assinale a opção que serve de maneira coerente
|
derá chegar ao Brasil nos próximos anos, dentro
|
|
como conclusão do texto.
|
do projeto de governo eletrônico. Um dos desafios
|
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|
de ______ projeto é a parte de segurança.
|
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a) Evidência dessa liberdade é
a pobreza das
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|
conversas fiadas nos "chats", o principal uso
|
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encontrado para o computador.
|
a) onde ainda Esse tal
|
|
b) A experiência nos diz que
são predominan-
|
b) que assim Tal esse
|
|
temente os custos da alta tecnologia que im-
|
c) em que ainda Eis tal
|
|
pedem o fortalecimento da educação.
|
d) onde assim Esse um tal
|
|
c) Como os países pobres não
têm podido arcar
|
e) que também Esse tal
|
|
com os altos custos de uma educação infor-
|
|
|
matizada, muitos anos ainda se passarão até
|
|
|
que a tecnologia seja de fato utilizada.
|
|
|
d) Pagar o preço, por isso,
significa envolver to-
|
|
|
dos os objetivos não apenas alguns nes-
|
|
|
se processo espontâneo.
|
|
|
e) Educação é assunto de todos
e informática
|
|
|
na educação é um desafio a mais para o Es-
|
|
|
tado e para a sociedade civil.
|
|
|
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
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09- Assinale o trecho que respeita as regras gramati-
|
11- Assinale a opção incorreta
quanto à estrutura
|
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cais da norma culta.
|
gramatical.
|
|
|
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|
a) Pesquisas nos Estados Unidos
mostra que a
|
a) A história do controle no
Brasil remonta no
|
|
tolerância ao erro no comércio
eletrônico é
|
período colonial. Em 1680, foi criada as Jun-
|
|
zero. Quem compra um CD e não recebe,
|
tas das Fazendas das Capitanias e a Junta
|
|
simplesmente "deleta" o endereço da loja vir-
|
da Fazenda do Rio de Janeiro, jurisdiciona-
|
|
tual pisou na bola.
|
das a Portugal.
|
|
b) Para piorar as coisas para
os comerciantes
|
b) Na administração de D. João
VI, foi instalado
|
|
que se dedicam o comércio eletrônico, o in-
|
o Erário Régio, em 1808, e criado o Conselho
|
|
ternauta entende como erro grave todo e
|
Fazenda, que tinha como atribuição acompa-
|
|
qualquer deslise cometido pela loja.
|
nhar a execução da despesa pública.
|
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c) Tanto faz se a empresa
demora a entregar a
|
c) Com a Proclamação da
Independência do
|
|
encomenda, se ela danifica a embalagem ou
|
Brasil, em 1822, o Erário Régio foi transfor-
|
|
se entrega uma mercadoria diferente à que
|
mado no Tesouro pela Constituição monár-
|
|
foi encomendada.
|
quica de 1824, prevendo-se, então, os pri-
|
|
d) A reação contrária do
consumidor é desme-
|
meiros orçamentos e balanços gerais.
|
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zurada. Na rede esperam-se serviço nota
|
d) A idéia de criação de um
Tribunal de Contas
|
|
1000 ou nada aquém disso.
|
surgiu, pela primeira vez no Brasil, em 23 de
|
|
e) As empresas brasileiras que
comercializam
|
junho de 1826, com a iniciativa de Felisberto
|
|
produtos pela internet têm conseguido entre-
|
Caldeira Brandt, Visconde de Barbacena, e
|
|
gar o que vendem com um mínimo de críti-
|
de José Inácio Borges, que apresentaram
|
|
cas.
|
projeto de lei nesse sentido ao Senado do
|
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|
Império.
|
|
(VEJA VIDA DIGITAL, abril de 2000, com adaptações)
|
e) Somente a queda do Império e
as reformas
|
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10- Assinale a substituição necessária
para que o
|
político-administrativas da jovem República
|
|
texto se torne gramatical e textualmente correto.
|
tornaram realidade, finalmente, o Tribunal de
|
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Contas da União.
|
|
Finalmente o computador barato (US$250)
|
(Itens adaptados de
|
|
será uma realidade já a partir do segundo
|
www.tcu.gov.br/institucional/historico.html)
|
|
semestre deste ano. Financiado em até 24
|
|
|
parcelas, o equipamento terá acesso à in-
|
12- Assinale a opção em que o
elemento grifado cor-
|
|
5 ternet e poderá ser, enfim, a
grande porta de
|
responde a erro gramatical.
|
|
entrada à rede mundial de computadores pa-
|
|
|
ra a população mais carente de recursos.
|
As discussões em torno da criação de um Tribu-
|
|
Mas já antevejo vários problemas nessa ten-
|
nal de Contas durariam(1) quase um século, pola-
|
|
tativa de massificar o uso do micro. A primei-
|
rizadas(2) entre aqueles que defendiam a sua ne-
|
|
10 ra está no próprio preço do
computador. Com
|
cessidade, para quem(3) as
contas públicas devi-
|
|
o dólar disparando a cada dia, a máquina vai
|
am ser examinadas por um órgão independente,
|
|
tendo seu preço elevado sempre, mesmo que
|
e aqueles que o(4) combatiam,
por entenderem
|
|
ligeiramente. Além disso, em dois anos
|
que as contas públicas podiam continuar sendo
|
|
quando você acabar de pagar
seu compu-
|
controladas por aqueles mesmos
que a(5) real i-
|
|
15 tador certamente já estará
obsoleto.
|
zavam.
|
|
(Correio Braziliense, 2/5/2001, com adaptações)
|
(Texto adaptado de www.tcu.gov.br/institucional/historico.html)
|
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|
Substituir
|
a) 1
|
|
|
b) 2
|
|
a) "à rede"(l.6) por
da rede
|
c) 3
|
|
b) "antevejo"(l.8)
por prevejo
|
d) 4
|
|
c) "massificar"(l.9)
por macificar
|
e) 5
|
|
d) "A primeira" (l.9
e 10) por O primeiro
|
|
|
e) "obsoleto"(l.15)
por absoleto
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
|
13- Numere os trechos de forma
a compor um texto
|
Leia o texto abaixo para responder às questões 14 e
|
|
coeso e coerente e assinale a seqüência corres-
|
15.
|
|
pondente.
|
|
|
|
A parte racional e a parte irracional da alma
|
|
( ) A instalação desse primeiro Tribunal,
entre-
|
estão em permanente conflito e contradição
|
|
tanto, só ocorreu em 17 de janeiro de 1893,
|
uma com a outra. Se a virtude não pertence
|
|
graças ao empenho do Ministro da Fazenda
|
apenas ao mundo da razão e não é, portan-
|
|
do governo de Floriano Peixoto, Serzedello
|
5 to, uma ciência una,
invariável, absoluta, ela
|
|
Corrêa. Teve originariamente competência
|
pode ser múltipla, mutante e até mesmo fal-
|
|
para o exame, revisão e julgamento de todas
|
sa. Mais ainda: se as virtudes estão relacio-
|
|
as operações relacionadas com a receita e a
|
nadas com as ações e as paixões, conforme
|
|
despesa da União.
|
afirma Aristóteles, estes movimentos e estas
|
|
( ) Em 7 de novembro de 1890, por iniciativa do
|
10 paixões são um dado da
natureza humana.
|
|
então Ministro da Fazenda, Rui Barbosa, o
|
Não é em razão daquilo que sentimos que
|
|
Decreto no 966-A criou o
Tribunal de Contas
|
somos julgados bons ou maus.
|
|
da União, que deveria ser norteado pelos
|
Isso seria um absurdo, pois os sentimentos
|
|
princípios da autonomia, fiscalização, julga-
|
estão inscritos em nosso aparelho psíquico,
|
|
mento, vigilância e energia.
|
15 e não podemos deixar de
senti-los. Ninguém
|
|
|
se encoleriza intencionalmente. Ora, a quali-
|
|
( ) Sobreveio, então, a competência para liqui-
|
ficação bom /mau supõe que aquele que as-
|
|
dar as contas da receita e despesa e verificar
|
sim julga escolheu agir assim. Um homem
|
|
a sua legalidade antes de serem prestadas
|
não escolhe as paixões. Ele não é então
|
|
ao Congresso Nacional. Logo após sua insta-
|
20 responsável por elas, mas
somente pelo
|
|
lação, porém, o Tribunal de Contas conside-
|
modo como faz com que elas se submetam
|
|
rou ilegal a nomeação, feita pelo Presidente
|
à sua ação. É deste modo que os outros o
|
|
Floriano Peixoto, de um parente do ex-
|
julgam sob o aspecto ético, isto é, aprecian-
|
|
Presidente Deodoro da Fonseca.
|
do seu caráter.
|
|
( ) Inconformado com a decisão do Tribunal,
|
(Adauto Novaes)
|
|
Floriano Peixoto mandou redigir decretos que
|
|
|
retiravam do TCU a competência para im-
|
14- Em relação ao texto, assinale a opção incorreta.
|
|
pugnar despesas consideradas ilegais.
|
|
|
( ) Mas foi a Constituição de 1891, a primeira
|
a) À linha 3, "com a"
pode ser corretamente
|
|
republicana, ainda por influência de Rui Bar-
|
substituído por em relação à.
|
|
bosa, que institucionalizou definitivamente o
|
|
|
Tribunal de Contas da União, inscrevendo-o
|
b) As duas ocorrências de
"se"(linhas 3 e 7) po-
|
|
no seu art. 89.
|
dem ser substituídas por como,
sem prejuízo
|
|
|
para a correção gramatical.
|
|
(Itens adaptados de
|
|
|
www.tcu.gov.br/institucional/historico.html)
|
c) O pronome "ela"
(l.6) refere-se a "razão"
|
|
|
(l.4).
|
|
a) 4, 1, 5, 2, 3
|
d) O demonstrativo
"Isso" (l.13) corresponde à
|
|
b) 3, 1, 4, 5, 2
|
idéia de julgar os indivíduos como bons ou
|
|
|
maus a partir de seus sentimentos.
|
|
c) 2, 4, 5, 3, 1
|
e) O uso de "aquele"
(l.17) equivale a qualquer
|
|
d) 3, 1, 2, 4, 5
|
indivíduo.
|
|
e) 3, 1, 5, 4, 2
|
|
|
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
|
|
|
|
15- Julgue os itens abaixo, em relação à estrutura do
|
16- Em relação às idéias do texto, assinale a opção
|
|
texto.
|
correta.
|
|
|
|
|
I. O pronome
"Ele"(l.19) refere-se a "Um ho-
|
a) O costume é expandido e
ampliado pelas in-
|
|
mem"(l.18) e as duas ocorrências de "e-
|
finitas possibilidades oferecidas pela nature-
|
|
las"(l.20 e 21) referem-se a "paixões"(l.19).
|
za.
|
|
II. O emprego do sinal
indicativo de crase em "à
|
b) Como os costumes são
variáveis, diversifica-
|
|
sua"(l.22) é obrigatório.
|
dos, tudo e todas as normas são universais e
|
|
dizem respeito a todos os homens.
|
|
|
III. O segmento "sua
ação"(l.22) relaciona-se a
|
c) Tanto Montesquieu quanto
Voltaire recusam
|
|
"Um h omem"(l.18).
|
a existência de normas universalmente váli-
|
|
IV. Em "outros o
julgam"(l.22 e 23) há um artigo
|
das.
|
|
masculino singular.
|
d) Segundo Montesquieu, uma das
regras do
|
|
V. Conforme as idéias do
texto o julgamento
|
núcleo variável de princípios é aquela que
|
|
ético considera o caráter, ou seja, a forma
|
rompe o equilíbrio proporcional
entre a puni-
|
|
como o indivíduo submete as paixões às a-
|
ção e a falta.
|
|
ções.
|
e) Como existe um núcleo de
normas invariá-
|
|
|
veis na natureza, nem tudo é relativo, flexível
|
|
A quantidade de itens certos é
|
ou dependente das circunstâncias.
|
|
|
|
|
a) 1
|
17- Em relação às palavras e expressões do texto,
|
|
b) 2
|
julgue os itens abaixo.
|
|
c) 3
|
I.
|
|
d) 4
|
A palavra "dicotomia"(l.2) está sendo utiliza-
|
|
|
da com o sentido de divisão de um conceito
|
|
e) 5
|
em dois outros, em geral opostos entre si,
|
|
|
que lhe esgotam a extensão.
|
|
Leia o texto para responder às questões 16 e 17.
|
II. Pode-se substituir a
palavra "reino"(l.4) por
|
|
Existe uma diferença entre a
natureza e o
|
domínio ou âmbito e o período se mantém
|
|
costume. Esta é uma dicotomia
importante
|
coerente.
|
|
para compreender o pensamento moral da
|
III. A expressão
"diversidade empírica"(l.4 e 5)
|
|
Ilustração. O reino do costume é o da diver-
|
pode ser compreendida como
multiplicidade
|
|
5 sidade empírica. É na ótica
do costume que o
|
da experiência teórica e abstrata.
|
|
que é válido na França não é válido no Brasil.
|
IV. Ao substituir a forma
verbal "Aderiam" (l.14)
|
|
Mas essa variedade é limitada por um pe-
|
por Adotavam, para que o
período se man-
|
|
queno núcleo de normas invariáveis, que
|
|
|
constituem a es fera da natureza. Conscientes
|
tenha correto a preposição "a"(l.14) transfor-
|
|
10 da variedade dos usos e
costumes, os filóso-
|
ma-se em artigo.
|
|
fos não diziam que tudo era universal. Mas,
|
V. A palavra
"benevolência"(l.25 e 26) foi em-
|
|
convictos da realidade desse núcleo invariá-
|
pregada com o sentido de
complacência,
|
|
vel, não diziam que tudo era relativo.
|
tolerância, boa vontade.
|
|
Aderiam a um modesto universalismo, que se
|
Estão certos apenas os itens
|
|
15 traduzia na convicção de que
havia três ou
|
|
|
quatro normas universalmente válidas. O
|
a) I, II e III
|
|
conteúdo dessas normas variava de pensa-
|
|
|
dor para pensador. Para Montesquieu, elas
|
b) I, II e V
|
|
incluíam o respeito que a criatura deve ao
|
c) II, III e IV
|
|
20 criador, a gratidão que o
beneficiado deve ao
|
d) III, IV e V
|
|
benfeitor, uma certa proporcionalidade entre
|
e) II, IV e V
|
|
pena e crime etc. Para Voltaire, havia o que
|
|
|
ele chamava o fundo comum da humanidade,
|
|
|
que vigorava em todas as épocas e em todos
|
|
|
25 os climas e que incluía
virtudes como a be-
|
|
|
nevolência e a proibição de mentira.
|
|
|
(Sérgio Paulo Rouanet)
|
|
|
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
|
O pensamento moral da Ilustração baseava-
|
19- Assinale a opção que
apresenta pontuação corre-
|
|
se em três idéias centrais: a idéia de que a
|
ta.
|
|
moral podia ter um fundamento secular; a i-
|
|
|
déia de que o indivíduo, considerado como
|
a) A idéia do universalismo ético
foi substituída
|
|
5 célula elementar da
sociedade, tinha direito à
|
pelo particularismo e pelo historismo. Não e-
|
|
auto-realização e à felicidade e podia descen-
|
xistem, verdades universais: existe a verdade
|
|
trar-se com relação à vida comunitária, criti-
|
particular, e específica de cada país.
|
|
cando-a de fora; e a idéia de que existe uma
|
|
|
natureza humana universal, de que existem
|
b) Não há preceitos
intemporais, todos eles fin-
|
|
10 princípios universais de
validação ética, e de
|
cam suas raízes na história. A moralidade es-
|
|
que existe um pequeno núcleo de normas ma-
|
tá imersa num húmus natal -
numa aldeia,
|
|
teriais universais.
|
numa nação, numa cultura - e só
nesse
|
|
|
húmus tem vigência: tudo o mais é uma
|
|
(Sérgio Paulo Rouanet)
|
construção delirante de intelectuais desvi ncu-
|
|
|
lados da realidade.
|
|
18- Assinale a opção que está
incorreta em relação
|
c) Essa atmosfera, impregna
todos os particula-
|
|
ao texto.
|
rismos que caracterizam nossa época. É o
|
|
|
caso do particularismo nacional, para o qual
|
|
a) As formas verbais
"podia"(l.3 e 6), "tinha"(l.5),
|
o gênio da nação determina, o
que é verda-
|
|
"existe"(l.8 e 11) e "existem"(l.9) podem, sem
|
deiro ou ético.
|
|
prejuízo para a coerência textual, ser substitu-
|
d) É o caso do particularismo
racista para o qual
|
|
ídas pelas formas do futuro do pretérito pode-
|
existem, verdades arianas e verdades judai-
|
|
ria, teria, existiria e existiriam.
|
cas, normas germânicas baseadas na espe-
|
|
b) O significado da palavra
"secular"(l.3) rela-
|
cificidade do sangue e do solo e normas ju-
|
|
ciona-se à idéia de leigo, profano, em oposi-
|
daicas, cosmopolitas e predatórias.
|
|
ção ao que é divino ou religioso.
|
e) É o caso do particularismo
culturalista, muito
|
|
c) O uso das formas do
pretérito imperfeito indi-
|
freqüente, na antropologia (apesar da exis-
|
|
ca que não é certeza que essas idéias persis-
|
tência de correntes universalistas influentes
|
|
tem hoje na sociedade.
|
dentro da disciplina), para o qual não existem
|
|
d)
|
verdades e valores morais, que não se enraí-
|
|
A expressão "baseava -se"(l.1 e 2) pode, sem
|
zem na cultura e: que tenham qualquer vali-
|
|
prejuízo para a correção gramatical do perío-
|
dade fora dos limites de cada cultura.
|
|
do, ser substituída por eram baseados.
|
|
|
e)
|
(Itens adaptados de Sérgio
Paulo Rouanet)
|
|
Em "criticando-a de fora" (l.7 e 8) o pronome
|
|
|
enclítico refere-se a "vida comunitária" (l.7).
|
|
|
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
|
20- Em relação à estrutura
gramatical do texto, assi-
|
23- Na organização dos Poderes do Estado do Espíri-
|
|
nale o fragmento correto.
|
to Santo, a sua Constituição incluiu o Tribunal de
|
|
|
Contas no Capítulo
|
|
a) A vida moral e a vida do
poder dá a impres-
|
|
|
são de correrem paralelas, com raras con-
|
a) do Poder Legislativo
|
|
vergências.
|
b) do Poder Executivo
|
|
b) Este desencontro entre a
ética e a política in-
|
c) do Poder Judiciário
|
|
comodam e indignam a todos que querem
|
|
|
ver e sentir a presença de virtudes na condu-
|
d) das Funções Essenciais à Administração
da
|
|
|
Justiça
|
|
ção dos negócios públicos.
|
|
|
c) Há um aspecto clássico, mas
sempre atual,
|
e) das Funções Essenciais às
Funções Legisla-
|
|
do problema das relações entre a moral e o
|
tivas
|
|
poder, a saber: o da mentira na gestão públi-
|
|
|
ca.
|
24- De acordo com expressa previsão na Constituição
|
|
|
do Estado do Espírito Santo, o Poder Legislativo é
|
|
d) Há muitos argumentos que
justifica a mentira
|
exercido pela Assembléia Legislativa, a qual se
|
|
como exceção ao princípio ético da veracida-
|
constitui pela integração dos seguintes órgãos:
|
|
de.
|
|
|
e) Mas, hoje, na teoria
democrática, ao assim
|
a) Mesa, Plenário e Tribunal de
Contas
|
|
chamado direito do governante de mentir em
|
|
|
benefício da comunidade, se contrapõem, pa-
|
b) Plenário, Comissões e
Tribunal de Contas
|
|
ra contê-los, o direito a uma informação exata
|
c) Mesa, Comissões e Tribunal
de Contas
|
|
e honesta dos governados.
|
d) Mesa, Plenário, Comissões e
Tribunal de
|
|
(Itens adaptados de Celso Lafer)
|
Contas
|
|
|
e) Mesa, Plenário e Comissões
|
|
LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA
|
|
|
|
25- Ao Tribunal de Contas do Estado do Espírito San-
|
|
21- A Constituição do Estado do Espírito Santo veda
|
to (TC/ES), no exercício das suas funções de con-
|
|
a acumulação de cargos e empregos públicos, in-
|
trole externo, de acordo com expressa previsão
|
|
clusive quando for a de
|
na Constituição do Estado, compete apreciar, pa-
|
|
|
ra fim de registro, a legalidade dos atos de admis-
|
|
a) dois de professor
|
são de pessoal e concessão de aposentadoria de
|
|
|
servidores públicos estaduais
|
|
b) dois de médico
|
|
|
c) professor com outro técnico
ou científico
|
a) excetuados os do Poder
Judiciário
|
|
d) médico e professor
|
b) excetuados os do Poder
Legislativo
|
|
e) dois técnico-científicos
|
c) excetuados os das autarquias
do Estado
|
|
22- Por força de expressa previsão no texto da Cons-
|
d) incluídos os atos referentes
a cargos comis-
|
|
tituição do Estado do Espírito Santo, ao servidor
|
sionados
|
|
público e stadual civil é vedado
|
e) incluídos os atos de admissão
na Administra-
|
|
|
ção Indireta do Estado
|
|
a) vincular-se a partido
político
|
26- Da decisão do Tribunal de Contas do Estado do
|
|
b) servir sob direção imediata
de cônjuge
|
Espírito Santo proferida em processo de tomada
|
|
c) servir sob direção imediata
de qualquer pa-
|
de contas, conforme previsão legal, cabe recurso
|
|
rente
|
de revisão para o(a)
|
|
d) exercer o direito de greve
|
|
|
e) sindicalizar-se
|
a) próprio Tribunal, com efeito
suspensivo
|
|
b) próprio Tribunal, sem efeito
suspensivo
|
|
|
|
c) Assembléia Legislativa do
Estado, com efeito
|
|
|
suspensivo
|
|
|
d) Assembléia Legislativa do
Estado, sem efeito
|
|
|
suspensivo
|
|
|
e) Tribunal de Contas da União
|
|
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
|
27- O Tribunal de Contas do Estado do Espírito San-
|
31- No caso de contrato administrativo, segundo ex-
|
|
to, tendo presente processo analisado pela sua
|
pressa previsão legal, o contratado fica obrigado
|
|
controladoria competente, em que ficou caracteri-
|
a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os
|
|
zado haver uma determinada contratação irregu-
|
acréscimos ou supressões que se fizerem nas o-
|
|
lar, sem a devida licitação nem justificativa, pelo
|
bras, serviços ou compras, até o limite do valor i-
|
|
respectivo órgão estadual contratante, da sua
|
nicial atualizado de
|
|
dispensa ou inexigibilidade, poderá desde logo,
|
|
|
em tese,
|
a) 5%
|
|
|
b) 10%
|
|
a) recusar registro ao contrato
|
c) 15%
|
|
b) sustar a execução do
contrato
|
d) 20%
|
|
c) declarar a nulidade do
contrato
|
e) 25%
|
|
d) julgar as contas irregulares
|
|
|
e) propor sua sustação à
Assembléia Legislativa
|
32- Admitir a licitação ou celebrar contrato com em-
|
|
|
presa ou profissional declarado inidôneo
|
|
28- Os créditos adicionais destinados a despesas pa-
|
|
|
ra as quais não haja dotação orçamentária espe-
|
a) não é crime
|
|
cífica são chamados de
|
b) é crime exclusivamente de
ação penal priva-
|
|
|
da
|
|
a) suplementares
|
c) é crime de ação penal
condicionada à repre-
|
|
b) especiais
|
sentação do órgão licitante
|
|
c) extraordinários
|
d) é crime de ação penal
pública incondicionada
|
|
d) complementares
|
e) é crime que não admite ação
penal privada
|
|
e) ilimitados
|
subsidiária da pública
|
|
|
|
|
29- Os estágios da despesa pública, conforme previs-
|
33- Dos atos da Administração Pública, nos casos de
|
|
to na Lei no 4.320/64, são na sua essência:
|
anulação ou revogação de licitação,
|
|
|
|
|
a) licitação, contratação e
pagamento
|
a) não cabe recurso.
|
|
b) licitação, contratação e
empenho
|
b) cabe recurso, no prazo de
oito dias, que ne-
|
|
c) contratação, empenho e
pagamento
|
cessariamente terá efeito suspensivo.
|
|
d) empenho, liquidação e
pagamento
|
c) cabe recurso, no prazo de
cinco dias, que
|
|
e) contratação, empenho e
liquidação
|
não terá, necessariamente, efeito suspensi-
|
|
|
vo.
|
|
30- Para a compra de imóvel destinado ao
|
d) só cabe pedido de
reconsideração, no prazo
|
|
atendimento das finalidades precípuas da
|
de dez dias.
|
|
Administração, cujas necessidades de instalação
|
e) o recurso deve ser decidido
no prazo de 48
|
|
e localização condicionem a sua escolha, desde
|
horas, prescindindo de
audiência dos demais
|
|
que o preço seja compatível com o valor de
|
licitantes.
|
|
mercado, deve ser dada a
preferência à hipótese
|
|
|
prevista em lei de
|
|
|
|
|
|
a) inexigibilidade de licitação
|
|
|
b) dispensa de licitação
|
|
|
c) licitação por convite
|
|
|
d) licitação por tomada de
preços
|
|
|
e) licitação por concorrência
|
|
|
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
|
34- O regime jurídico único, implantado pela Lei Com-
|
38- O Regimento Interno do TCE/ES exige que as
|
|
plementar/ES no 46/94, regula as condições de
|
denúncias a ele formuladas devam revestir-se de
|
|
provimento dos cargos, os direitos, as vantagens,
|
certas formalidades essenciais, mas não precisam
|
|
os deveres e as responsabilidades dos servidores
|
conter
|
|
públicos civis esta duais da Administração Direta,
|
|
|
Autarquias e fundações de quaisquer dos Pode-
|
a) o nome do órgão sujeito à
sua jurisdição
|
|
res do Estado do Espírito Santo.
|
b) o nome do responsável
sujeito à sua jurisdi-
|
|
|
ção
|
|
a) Correta a assertiva.
|
c) o nome do denunciante e sua
assinatura
|
|
b) Incorreta a assertiva,
porque abrange toda a
|
|
|
Administração Indireta.
|
d) indício de prova
razoavelmente convincente
|
|
c) Incorreta a assertiva,
porque não alcança au-
|
e) norma legal que estaria
sendo violada
|
|
tarquias e fundações.
|
39- O compromisso financeiro assumido em razão de
|
|
d) Incorreta a assertiva,
porque se restringe ao
|
mútuo, abertura de crédito, emissão e aceite de tí-
|
|
Poder Executivo.
|
tulo, aquisição financiada de bens, recebimento
|
|
e) Incorreta a assertiva,
porque abrange todos
|
antecipado de valores provenientes da venda a
|
|
os servidores da Administração Direta e Indi-
|
termo de bens e serviços, para efeito da Lei de
|
|
reta do Estado e dos seus Municípios.
|
Responsabilidade Fiscal (LC no 101/2000) é con-
|
|
|
siderado
|
|
35- De acordo com a Lei do regime jurídico único dos
|
|
|
servidores públicos civis do Estado do Espírito
|
a) dívida pública consolidada
|
|
Santo (LC no 46/94), a penalidade de advertência
|
|
|
ou supressão, conforme o caso, poderá ser apli-
|
b) dívida pública mobiliária
|
|
cada no cometimento da infração legal de
|
c) operação de crédito
|
|
|
d) dívida pública fundada
|
|
a) facilitar a prática de crime
|
e) concessão de garantia
|
|
b) falsificar livro oficial
|
|
|
c) praticar a usura
|
40- A Lei de Responsabilidade Fiscal (LC no 101/
|
|
|
2000) estabeleceu que os Estados não poderão
|
|
d) recusar fé a documento público
|
gastar com pessoal mais de 60%
da sua receita
|
|
e) retardar ato de ofício
|
corrente líquida, sendo que até 6% desse limite
|
|
|
global é reservado ao Poder Legislativo, incluído
|
|
36- Na estrutura básica do Tribunal de Contas do Es-
|
o Tribunal de Contas.
|
|
tado do Espírito Santo, conforme estipulação no
|
|
|
seu Regimento Interno, a sua Auditoria é parte in-
|
a) Correta a assertiva.
|
|
tegrante do(a)
|
b) Incorreta a assertiva,
porque o limite global
|
|
|
não é 60% e sim 50%.
|
|
a) Plenário e Corpo Especial
|
c) Incorreta a assertiva,
porque a parcela do
|
|
b) Corpo Executivo e Técnico
|
Legislativo não é de até 6% mas sim 3%.
|
|
c) Corpo Técnico e
Administrativo
|
d) Incorreta a assertiva,
porque na parcela do
|
|
d) Ministério Público
|
Legislativo não está incluído o TCE.
|
|
e) Diretoria Geral Técnica
|
e) Incorreta a assertiva,
porque a parcela é de
|
|
|
6% para o Legislativo, além de mais 3% para
|
|
37- Os atos do Plenário do TCE/ES, conforme previs-
|
o TCE.
|
|
to no seu Regimento Interno, terão a forma espe-
|
|
|
cífica de "acórdão", nos casos de
|
|
|
a) contas prestadas pelo
Governador
|
|
|
b) contas prestadas pelos
Prefeitos
|
|
|
c) decisões em processo de
recurso
|
|
|
d) decisões em
prestação de contas de convê-
|
|
|
nios
|
|
|
e) apreciação de legalidade dos
atos sujeitos a
|
|
|
registro
|
|
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
|
|
|
|
|
ADMINISTRAÇÃO GERAL
|
No paradigma paraeconômico, proposto por
|
|
|
Guerreiro Ramos, a categoria
representada como
|
|
41- Os conhecimentos que compõem a Teoria Geral
|
um sistema social, de caráter esporádico ou mais
|
|
da Administração podem ser devidamente agrupa-
|
ou menos estável, iniciado e dirigido por um indi-
|
|
dos em 3 categorias principais:
enfoques (compo-
|
víduo, ou por um pequeno grupo, e que permite a
|
|
nentes ou aspectos das organizações seleciona-
|
seus membros o máximo de opção pessoal e um
|
|
dos para estudo ou ênfase do processo produtivo),
|
mínimo de subordinação a prescrições operacio-
|
|
modelos (conjunto de técnicas,
doutrinas e ingre-
|
nais formais, denomina-se:
|
|
dientes culturais que moldam a organização e a
|
|
|
ação administrativa) e
escolas (correntes de pen-
|
a) Fenonomia
|
|
samentos ou grupo de autores que privilegiam ou
|
b) Isonomia
|
|
preferem determinado enfoque).
|
c) Mercado
|
|
Algumas teorias procuram oferecer soluções uni-
|
|
|
versais para todos os problemas ou situações. Ou-
|
d) Economia
|
|
tras teorias oferecem aos administradores a possi-
|
e) Motim
|
|
bilidade de escolher, entre modelos de gestão ou
|
|
|
estilos, aquele apropriado a uma determinada si-
|
43- O julgamento que se faz de uma pessoa a partir
|
|
tuação. A teoria que estabelece que não há manei-
|
da observação de um traço de seu comportamen-
|
|
ra de administrar que seja melhor do que outra e
|
to, ou ainda, a tendência a pensar que uma pes-
|
|
que a "melhor" solução depende do ambiente da
|
soa com determinado traço de comportamento
|
|
organização, de sua tecnologia e de vários outros
|
tem outros traços semelhantes, denomina-se:
|
|
fatores, é a teoria:
|
|
|
|
a) Enxugamento
|
|
a) clássica
|
b) Enfoque sistêmico
|
|
b) comportamental
|
c) Dissonância cognitiva
|
|
c) contingencial
|
d) Behaviorismo
|
|
d) das relações humanas
|
e) Efeito halo
|
|
e) da burocracia
|
|
|
|
44- Para o cientista social Amitai Etzioni, o modelo
|
|
42- "O modelo de análise e planejamento de sistemas
|
weberiano do tipo ideal aplica-se particularmente
|
|
sociais que ora predomina, nos campos da admi-
|
a empresas e governos, mas não abrange todas
|
|
nistração, da ciência política, da economia e da ci-
|
as organizações. Ele acredita que as organiza-
|
|
ência social em geral, é unidimensional, porque re-
|
ções são unidades sociais, que têm objetivos es-
|
|
flete o moderno paradigma que, em parte, cons ide-
|
|